quarta-feira, 13 de março de 2013

INCLUSÃO DIGITAL



Quando se fala de inclusão, a primeira concepção é de dar acesso a uma minoria à  bens culturais que antes não tinham. Mas ninguém se pergunta: Qual a real amplitude desse acesso?
Essa palavra há algum tempo virou moda,  inclusão das pessoas de necessidades especias em ambientes e espaços da sociedade que não tinham. Mas se analisarmos e pararmos para questionar Que inclusão é essa? Que acesso é esse? Vamos refletir. Se falarmos do acesso "real" das pessoas com necessidades especiais aos ônibus,  exite? O indivíduo ainda passa horas no ponto para conseguir pegar um ônibus que tenha o simbolo da cadeira de roda, e muitas vezes quando aparece, o elevador não funciona ou os funcionários da empresa não sabe controlar o equipamento ou está quebrado.
Quando falamos em educação, as escolas tem que receber das acesso as crianças e jovens com necessidades especiais de todos os tipos. Mas a infraestrutura não é ideal, os professores gestores e coordenadores não tem nenhuma formação para lidar com essas crianças. Então pergunto que acesso é esse?
E ao falar da  inclusão digital pude perceber apartir da discussão na aula da disciplina de Educação e Tecnologia Contemporâneas  não é diferente,  perpassa pelo acesso, mas continuo perguntando: Que acesso é esse?  Ficou claro que não cabe mais o sujeito da inclusão digital ser rotulado apenas como USUÁRIO. Esse individuo nessa inclusão tem que ser compreendido com um Ser que é  produtor do conhecimento, autor e ator dessa cultura digital
Quando falamos dessa inclusão principalmente em escolas públicas, podemos dizer que é uma questão social, que politicamente falando é uma tentativa que todos tenha acesso, ai colocam os computadores na escola e pronto, acreditam que deram acesso, uma "piada".
É claro que é acesso não é só colocar os computadores, muito mais coisas estão envolvidas, a formação dos professores, gestores e coordenadores para trabalhar pedagogicamente. A experiencia e vivencia real desse acesso é possibilitar a conexão em rede de qualidade, para que a  a inclusão digital seja real e efetiva, além das ações pedagógicas trabalhadas pelos professores. E isso tudo proporcione transformações na vida dos sujeitos envolvido nessa inclusão. Permita a vivência no ciberespaço, permita que sejam produtores de cultura, de articuladores de conhecimento. O importante é entender que incluir não é só dar acesso, mas  contribuir para transformações.

sábado, 9 de março de 2013

PROCESSO CRIATIVO

A algum tempo atras, tivemos uma aula que nos possibilitou dentro da aula colocar o nosso lado artistíco e criativo para funcionar. A ideia era criar um vídeo de imagens paradas, trazendo para essa criação sobre os assuntos discutidos em sala. O mais interessante, foi que conseguimos elabora com muita criatividade esse vídeo incorporando os assuntos discutido de uma forma simples e lúdica. E isso só afirma e confirma as inúmeras possibilidade de trabalhar com as tecnologias e programas de software livres. Formas de fazer com competência e criatividade articulando conhecimentos e processos criativos.


Confiram no link:  http://youtu.be/Y3mI4iR1BOQ




domingo, 3 de março de 2013

Software Livre




Software Livre literalmente está ligado a ideia é LIBERDADE, palavra que pode ter vários significados, Com a discussão em sala, entendi como um poder faze, uma  liberdade de compartilhar, uma liberdade de "ir e vir", uma possibilidade de milhões de pessoas contribuir e enriquecer o aquilo que esta sendo compartilhado. Pude entender que o software livre também é a possibilidade de mudança, cooperação e principalmente liberdade de informação. Trazendo para a educação acredito que a utilização dos software livres permite o educador dinamizar as ações pedagógicas, utilizar esse programas para contribui no ensino das disciplinas, através do trabalho com software com editores de imagens, gimp, tux paint dentre outros.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Estou em crise...



Estou em crise, posso dizer em crise tecnológica, perdi meu pen drive, como um negocio tão pequeno, mas pode ser tão grande...
Sabe quando você começa a se relacionar, mas esse relacionamento ainda está difícil ter um aprofundamento maior, por duvida, medo, falta de conhecimento...  É assim que me sinto como os ambientes virtuais: Blog, Face, Moodle
Me sinto a cada dia tentando. As vezes me falta empolgação nas conexões e quando estou conectada me falta tempo para curtir e ficar ali tranquila navegando.  Não estou reclamando é só um desabafo. Vou continuar tentando me conectar.


É engraçado... A pouco tempo assiste o filme as “Aventuras de Pi”, e quando estou de frente com as tecnologias com os espaços virtuais e com o computador me sinto com o menino no barco, ou quer dizer fora do barco. Porque dentro do barco, tem um tigre, uma zebra com a perna quebrada, uma macaco e uma hiena. Por conta disso ele não consegue ficar no barco.
Ai faço uma alusão, tenho um computador conexão, face,  skipe, dois e-mail, um blog o moodle e tudo os espaços virtuais que ao ter internet em casa me possibilita.
Na continuidade do filme a hiena mata a zebra e a macaca. O tigre mata a hiena e o menino depois de muito tempo encontra estratégias de estar no barco.

Preciso entrar nesse barco, realmente passear e trocar, praticar realmente a interatividade. Acho que toda essa tecnologia e as inúmeras possibilidades de espaços e ambientes virtuais reais me assustam... Mas estou tentando. Mas a meta é enfrentar o tigre, as vezes fico pensando o que me falta? E eu mesma respondo, estratégias.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Para ver...



A arte é um artefato que transcende os sentidos. A dança se utilizas de uma das mais belas "tecnologias" que é o corpo. E com o desenvolvimento das tecnologias digitais possibilita que o corpo e essa dança seja potencializada.

Para pensar...




Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade.

ALBERT EINSTEIN






segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

GENTE - uma escola diferente no Rio de Janeiro




Rio inaugura escola pública sem salas, turmas ou séries




Algumas localidade do Rio de Janeiro vai experimentar um tipo de escola inovadora no Brasil. 
Nada de séries, salas de aulas com carteiras em filas e crianças caminhando ordenadamente pelo espaço comum. Por volta de 180 jovens que moram na Rocinha terão uma educação mais alinhada com os moldes do século 21. Que moldes são esses que estão falando?
Um sigla chamada Gente – Ginásio Experimental de Novas Tecnologias. 
Para essa experiência escolheram os alunos que estão entre o  7o e 9o anos. Uma metodologia de agrupamentos desse jovens em equipes que estão batizando de  “famílias”, independentemente da sua série de origem. Escolhido para formar essas pelas afinidade, a partir dos próprios alunos e por um tipo de avaliação diagnóstica das habilidades que os alunos passarão ao qual  no início do ano letivo.  A ideia é que o aluno tenha um itinerário de aprendizado pessoal, que funciona como uma espécie de playlist, só que em vez de músicas, estarão os pontos que ele precisa aprender ou desenvolver. O aluno terá autonomia para escolher como quer aprender o conteúdo – através de videoaulas, leituras, atividades individuais ou em grupo. Eles também terão acesso a tablets e netbooks para que possam ir e vir com mais facilidade pelos ambientes da escola.

As avaliações acontecerão de 3 formas – diagnóstica, feita no início de cada ano; somativa através de grupos de estudos; e por competências, que podem ser pessoal, relacional, cognitiva e produtiva.
Os professores terão um novo papel, deixa de ser um transmissor do conhecimento para ser um facilitador, um motivador, um arquiteto da aprendizagem.
Essa proposta de ensino foi idealizada pela Secretaria Municipal de Educação – SME do Rio de Janeiro e surgiu a partir de estudos feitos em escolas internacionais. A ideia é que até 2014 mais cinco ginásios sejam construídos no Rio de Janeiro. 
Espero que dê certo e que o todos os estados copiem, mas fica a dúvida e a formação e capacitação dos professores para trabalhar dessa nova forma.Espero que os idealizadores não esqueçam. 




http://www.hypeness.com.br/2013/01/rio-inaugura-primeira-escola-publica-sem-salas-turmas-ou-series-no-brasil/