Follow by Email

quinta-feira, 28 de março de 2013

INTERNET



Para trabalhar com as mídias, e principalmente com a internet na escola, na sala de aula é necessário mudar, pensar em outras formas de relacionar no processo de ensino e aprendizagem,  não é uma forma metodológica vai além, é muito mais... É pensar na colaboração entre os sujeito, é pensar na possibilidade  da sala de aula “sem paredes”.
O professor tem que sai do lugar do "sabe tudo", atuar junto com os alunos e potencializar a sua própria formação. As tecnologias pedem por isso, as incerteza são pertinentes, as dúvidas tem espaço, o vou descobrir é a todo momento, a interação tem que fazer parte do processo pedagógico. O avanço histórico da Internet é rápido, pensando dessa maneira a mudança de pensamento e articulação da formação tem que ser rápido também, a possibilidade de construção de conhecimento é muito rápido, as informações circula em forma de rede. 

domingo, 24 de março de 2013

Rádio e TV - Mídias na Educação

A introdução de rádio e tv nas escola diz respeito as possibilidades de utilização dos recursos da mídia no desenvolvimento de projetos educativos dentro dos espaços escolares. 
O rádio é  um meio de trabalho para o ensino aprendizado da língua portuguesa. É uma forma de exercitar o ouvir, assim com a televisão e o vídeo também pode contribuir para as atividades e práticas em sala. São possibilidade educacional que atrai todos os alunos gerando interesse e incentivo e através dos Projetos Políticos Pedagógicos e das ações pedagógicas criativas é possível construir e elaborar uma educação diferente, a partir da utilização dessas mídias. Antes da internet o rádio e a televisão era um ponto de encontro entre muitas pessoas. No entanto o rádio na escola é um meio de comunicação que mais pode ampliar a oralidade, porque tem como característica direta a comunicação oral, há maior semelhança com a linguagem cotidiana. O acesso aos meios de comunicação, no caso o rádio, é um passo para a conquista da cidadania.

O rádio é a escola dos que não têm (sic) escola. 
É  o jornal de quem não sabe ler; 
é o mestre de  quem não pode ir à escola; 
é o divertimento  gratuito do pobre; 
é o animador de novas  esperanças, 
o consolador dos enfermos e o guia  dos sãos – 
desde que o realizem com espírito  
altruísta e elevado. 
(Roquette Pinto) 



quarta-feira, 13 de março de 2013

INCLUSÃO DIGITAL



Quando se fala de inclusão, a primeira concepção é de dar acesso a uma minoria à  bens culturais que antes não tinham. Mas ninguém se pergunta: Qual a real amplitude desse acesso?
Essa palavra há algum tempo virou moda,  inclusão das pessoas de necessidades especias em ambientes e espaços da sociedade que não tinham. Mas se analisarmos e pararmos para questionar Que inclusão é essa? Que acesso é esse? Vamos refletir. Se falarmos do acesso "real" das pessoas com necessidades especiais aos ônibus,  exite? O indivíduo ainda passa horas no ponto para conseguir pegar um ônibus que tenha o simbolo da cadeira de roda, e muitas vezes quando aparece, o elevador não funciona ou os funcionários da empresa não sabe controlar o equipamento ou está quebrado.
Quando falamos em educação, as escolas tem que receber das acesso as crianças e jovens com necessidades especiais de todos os tipos. Mas a infraestrutura não é ideal, os professores gestores e coordenadores não tem nenhuma formação para lidar com essas crianças. Então pergunto que acesso é esse?
E ao falar da  inclusão digital pude perceber apartir da discussão na aula da disciplina de Educação e Tecnologia Contemporâneas  não é diferente,  perpassa pelo acesso, mas continuo perguntando: Que acesso é esse?  Ficou claro que não cabe mais o sujeito da inclusão digital ser rotulado apenas como USUÁRIO. Esse individuo nessa inclusão tem que ser compreendido com um Ser que é  produtor do conhecimento, autor e ator dessa cultura digital
Quando falamos dessa inclusão principalmente em escolas públicas, podemos dizer que é uma questão social, que politicamente falando é uma tentativa que todos tenha acesso, ai colocam os computadores na escola e pronto, acreditam que deram acesso, uma "piada".
É claro que é acesso não é só colocar os computadores, muito mais coisas estão envolvidas, a formação dos professores, gestores e coordenadores para trabalhar pedagogicamente. A experiencia e vivencia real desse acesso é possibilitar a conexão em rede de qualidade, para que a  a inclusão digital seja real e efetiva, além das ações pedagógicas trabalhadas pelos professores. E isso tudo proporcione transformações na vida dos sujeitos envolvido nessa inclusão. Permita a vivência no ciberespaço, permita que sejam produtores de cultura, de articuladores de conhecimento. O importante é entender que incluir não é só dar acesso, mas  contribuir para transformações.

sábado, 9 de março de 2013

PROCESSO CRIATIVO

A algum tempo atras, tivemos uma aula que nos possibilitou dentro da aula colocar o nosso lado artistíco e criativo para funcionar. A ideia era criar um vídeo de imagens paradas, trazendo para essa criação sobre os assuntos discutidos em sala. O mais interessante, foi que conseguimos elabora com muita criatividade esse vídeo incorporando os assuntos discutido de uma forma simples e lúdica. E isso só afirma e confirma as inúmeras possibilidade de trabalhar com as tecnologias e programas de software livres. Formas de fazer com competência e criatividade articulando conhecimentos e processos criativos.


Confiram no link:  http://youtu.be/Y3mI4iR1BOQ




domingo, 3 de março de 2013

Software Livre




Software Livre literalmente está ligado a ideia é LIBERDADE, palavra que pode ter vários significados, Com a discussão em sala, entendi como um poder faze, uma  liberdade de compartilhar, uma liberdade de "ir e vir", uma possibilidade de milhões de pessoas contribuir e enriquecer o aquilo que esta sendo compartilhado. Pude entender que o software livre também é a possibilidade de mudança, cooperação e principalmente liberdade de informação. Trazendo para a educação acredito que a utilização dos software livres permite o educador dinamizar as ações pedagógicas, utilizar esse programas para contribui no ensino das disciplinas, através do trabalho com software com editores de imagens, gimp, tux paint dentre outros.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Estou em crise...



Estou em crise, posso dizer em crise tecnológica, perdi meu pen drive, como um negocio tão pequeno, mas pode ser tão grande...
Sabe quando você começa a se relacionar, mas esse relacionamento ainda está difícil ter um aprofundamento maior, por duvida, medo, falta de conhecimento...  É assim que me sinto como os ambientes virtuais: Blog, Face, Moodle
Me sinto a cada dia tentando. As vezes me falta empolgação nas conexões e quando estou conectada me falta tempo para curtir e ficar ali tranquila navegando.  Não estou reclamando é só um desabafo. Vou continuar tentando me conectar.


É engraçado... A pouco tempo assiste o filme as “Aventuras de Pi”, e quando estou de frente com as tecnologias com os espaços virtuais e com o computador me sinto com o menino no barco, ou quer dizer fora do barco. Porque dentro do barco, tem um tigre, uma zebra com a perna quebrada, uma macaco e uma hiena. Por conta disso ele não consegue ficar no barco.
Ai faço uma alusão, tenho um computador conexão, face,  skipe, dois e-mail, um blog o moodle e tudo os espaços virtuais que ao ter internet em casa me possibilita.
Na continuidade do filme a hiena mata a zebra e a macaca. O tigre mata a hiena e o menino depois de muito tempo encontra estratégias de estar no barco.

Preciso entrar nesse barco, realmente passear e trocar, praticar realmente a interatividade. Acho que toda essa tecnologia e as inúmeras possibilidades de espaços e ambientes virtuais reais me assustam... Mas estou tentando. Mas a meta é enfrentar o tigre, as vezes fico pensando o que me falta? E eu mesma respondo, estratégias.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Para ver...



A arte é um artefato que transcende os sentidos. A dança se utilizas de uma das mais belas "tecnologias" que é o corpo. E com o desenvolvimento das tecnologias digitais possibilita que o corpo e essa dança seja potencializada.

Para pensar...




Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade.

ALBERT EINSTEIN






segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

GENTE - uma escola diferente no Rio de Janeiro




Rio inaugura escola pública sem salas, turmas ou séries




Algumas localidade do Rio de Janeiro vai experimentar um tipo de escola inovadora no Brasil. 
Nada de séries, salas de aulas com carteiras em filas e crianças caminhando ordenadamente pelo espaço comum. Por volta de 180 jovens que moram na Rocinha terão uma educação mais alinhada com os moldes do século 21. Que moldes são esses que estão falando?
Um sigla chamada Gente – Ginásio Experimental de Novas Tecnologias. 
Para essa experiência escolheram os alunos que estão entre o  7o e 9o anos. Uma metodologia de agrupamentos desse jovens em equipes que estão batizando de  “famílias”, independentemente da sua série de origem. Escolhido para formar essas pelas afinidade, a partir dos próprios alunos e por um tipo de avaliação diagnóstica das habilidades que os alunos passarão ao qual  no início do ano letivo.  A ideia é que o aluno tenha um itinerário de aprendizado pessoal, que funciona como uma espécie de playlist, só que em vez de músicas, estarão os pontos que ele precisa aprender ou desenvolver. O aluno terá autonomia para escolher como quer aprender o conteúdo – através de videoaulas, leituras, atividades individuais ou em grupo. Eles também terão acesso a tablets e netbooks para que possam ir e vir com mais facilidade pelos ambientes da escola.

As avaliações acontecerão de 3 formas – diagnóstica, feita no início de cada ano; somativa através de grupos de estudos; e por competências, que podem ser pessoal, relacional, cognitiva e produtiva.
Os professores terão um novo papel, deixa de ser um transmissor do conhecimento para ser um facilitador, um motivador, um arquiteto da aprendizagem.
Essa proposta de ensino foi idealizada pela Secretaria Municipal de Educação – SME do Rio de Janeiro e surgiu a partir de estudos feitos em escolas internacionais. A ideia é que até 2014 mais cinco ginásios sejam construídos no Rio de Janeiro. 
Espero que dê certo e que o todos os estados copiem, mas fica a dúvida e a formação e capacitação dos professores para trabalhar dessa nova forma.Espero que os idealizadores não esqueçam. 




http://www.hypeness.com.br/2013/01/rio-inaugura-primeira-escola-publica-sem-salas-turmas-ou-series-no-brasil/

sábado, 16 de fevereiro de 2013

UOL abre inscrições para bolsa de pesquisa em TI




UOL abre inscrições para bolsa de pesquisa em TI

Estudantes e professores podem se candidatar até 28 de fevereiro. Valores concedidos variam entre R$ 630 e R$ 3.150.
O UOL, empresa brasileira de conteúdo e serviços da internet, abriu inscrições para o UOL Bolsa Pesquisa (http://www.uol.com.br/bolsapesquisa, projeto que visa incentivar a pesquisa sobre uso da web em diversas áreas. Estudantes e professores podem se candidatar no site da iniciativa até 28 de fevereiro.
O UOL Bolsa Pesquisa destina recursos para pesquisas de professores, estudantes e orientadores em doutorado e mestrado, iniciação científica para alunos de graduação, infraestrutura computacional para laboratórios e para pesquisas, experimentos, testes e simulações. 
Os valores das bolsas mensais são de 630 reais (graduação/iniciação científica), 1.890 reais (mestrado); 3.150 reais (doutorado); 1.260 reais + 15% do valor da bolsa de cada orientado (professor). 
As áreas que serão consideradas são Ciência da Computação, Comunicação, Economia, Direito, Jornalismo e Sociologia, desde que relacionadas à internet. Entre os temas  estão micropagamentos e consumo de bens virtuais; cloud computing; relacionamento com o consumidor em redes sociais; contextualização de publicidade; combate a fraudes em publicidade digital; combate a fraudes em transações eletrônicas; extração automática de dados de fontes não-estruturadas; regionalização e geolocalização de conteúdo e serviços digitais; combate a spam e phishing; regulamentação do mercado de internet; correlação e recomendação de conteúdo; comportamento virtual e conteúdo gerado pelo usuário. Projetos de pesquisa interdisciplinares também são aceitos.
 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Parar e observar


Se não pararmos um momento, não poderemos ver o que realmente as coisas nos mostram, mas a possibilidade de transformação da imagem, as possibilidades de alteração do real. Hoje a imagem estabelecida como a própria realidade não é mais a representação "verdadeira". Mas com as possibilidades que as mídias digitais nos oferece o que é falso? O que é verdade. 
Segundo Bonilla (2005) o acontecimento compete a uma rede que leva o atual ao virtual constantemente, sem haver um ordenamento entre dois termos. “Esse processo constitui que imagens vão surgindo, sentidos e significados vão sendo elaborados e reelaborados”.   

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Para contrubuir
























Navegando na net, achei esse link: 
http://tvbrasil.org.br/fotos/salto/series/212448cibercultura.pdf


Ele tem tipo, uma revista:  Salto para o futuro CIBERCULTURA: O QUE MUDA NA EDUCAÇÃO.
Com uma série de três textos da série  Cibercultura: o que muda na educação.
Texto 1: EAD: antes e depois da cibercultura  (aborda o processos histórico de mudanças que ocorrerm nas práticas de Educação à distancia, processos interativos entre formados e formadores)
Texto 2: A docência online (Traz essas novas demandas da educação online tem em relação  a construção de saberes)
Texto 3: Currículo Multirreferencial (discuti a questão do currículo multirreferencial)




domingo, 3 de fevereiro de 2013

Velocidade da informação



Podemos descrever como um circulo ou o infinito entre a informação, a comunicação e a velocidade. É marca da contemporaneidade essa conexão entre as pessoas e as tecnologias, quase um hibridismo entre as maquinas e o homem. Isso abre espaço para novas relações, novas possibilidade, novos conceitos e também novos problemas. Nada é mais tão preciso de definições, existe uma desestabilização.

Amizade ou amizades? Relações. Real ou vitual? Real e vitual. Tudo deve ser repensado, a escola, a educação, os métodos, os currículos,  a vida.  


Confira nos links abaixo uma entrevista em dua partes com o professor Aristides Alonson e Pós-graduado em Comunicação, diretor da NovaMente, leciona Teoria da Comunicação na FACHA e literatura.
http://www.youtube.com/watch?v=FEo4PaFcsoQ

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Que espaço é esse que cabe milhões?



A tecnologia, as redes,  o ciberespaço nos permite prduzir, distrbuir e reciclar conteúdos. 
ciberespaço um dos maiores espaço público  a se forma permirte uma interação em tempo real, e a edição imediata do conteúdo. Admite um grande fluxo de circulação da informação em todos os sentidos, para todos os lados, por qualquer pessoas de muitas maneiras e formas, permitindo uma troca simbólica entre as pessoas, um dos maiores e mais aglutinadores espaço social, revolucionando a comunicação rompendo barreiras que limitavam o homem no que podemos dizer nos aspectos tempo e espaço.
http://www.youtube.com/watch?v=z9jswF31RZ0 
 







Hoje o mais dispositivos no permite estar o tempo todo conectado. Essa conexão nos possibilita fazer parte da cibercutura. Mais para isso é preciso estar ativo e participatvo das comunidades virtuais, estabelecendo relações. Se articulando em torno de alguma coisa, por interesse contribuindo para a formação de grupos e a comunicação entre eles.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Em todo lugar!!



Um universo virtual, plástico, fluido carregado de devires através do ciberespaço que nos permite  inúmeras possibilidades de mundo "real".




terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Estar aonde a tecnologia permitir

Hoje conheci novas possibilidades, novas ferramentas tecnológicas o editor de imagens, ainda novo para mim. Preciso entender melhor o funcionamento dessa ferramenta, tenho consciência que será preciso passar mais tempo criando e elaborando o que a imaginação me permitir.
A tecnologia nos permite coisa muitas vezes surpreendente. Nos permite estar nos lugares que só imaginamos, alterar a nossa própria imagem, as paisagens e talvez tudo que possamos imaginar.  Criar, transforma, mexer, alterar é o que o que for permitido pelos programas de edição de imagens. 


Olha eu ai em Toronto no Canada!


O que a tecnologia não faz... Com uma ajudinha consegui chegar no Canada sem pegar avião.